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Devaneios de uma morena

Um blog sobre tudo e mais alguma coisa. Um companheiro para todos os dias, a qualquer hora que seja.

Tease

Este post é uma espécie de continuação da exposição do roteiro gastronómico do meu último fim-de-semana, com o João, em Lisboa. 

 

Falei-vos do Madame Petisca, onde jantámos, e falo-vos agora de um espaço que é uma autêntica perdição... o Tease (ou a Tease...nem sei). 

 

Não consigo dizer este nome sem ficar com água na boca. Fala-se em Tease e quero logo por-me a caminho.

É um cantinho pequenino mas cheio de encanto. E junta-se a isso o facto de ser impossível não querer voltar após a primeira visita. 

Pelo menos comigo, foi o que aconteceu. 

 

Trata-se de uma pastelaria diferente. Pelo menos é assim que a vejo, e certamente não serei a única.

 

O aspeto dos seus produtos é muito mais rústico e caseiro do que habitualmente vemos por aí. 

 

Os cupcakes têm um ar pitoresco, para além de delicioso.

Os bolos são terrivelmente bons na tarefa de convencer uma pobre criatura a desejar uma fatia. Ou mais que uma. 

Os croissants são outra maravilha. Só de pensar... 

 

Enfim, não arranjo palavras para descrever não só o fantástico aspeto daquelas gordices todas, nem quão bem sabem. 

 

Acho que o objetivo, no Tease, é cumprido. Afinal, é mesmo bom que a um aspeto ótimo corresponda um ainda melhor sabor. É exatamente o que se pretende numa pastelaria!  

 

Deixo-vos a dica. Deixo-vos (espero) muita vontade de fazerem uma visitinha ao espaço e deliciarem-se com qualquer coisa.

 

Fica na Rua Nova da Piedade, nº 15, Praça das Flores, em Lisboa

 

Alguém já visitou?

 

 

Vá, agora deliciem-se...mas com os olhos. 

 

 

 

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Beijinhos,

Raquel 

 

Ao clicarem em cada uma das fotografias serão redirecionados para a respetiva fonte. 

Fotografias retiradas da página do facebook do espaço. 

 

 

Madame Petisca

Quando eu e o João fizemos dois anos, em outubro, passámos o fim-de-semana em Lisboa. Foram dois dias super bem passados, entre passeios e muitos ataques de preguiça no sofá. Ah!, e com muitas gordices à mistura...

 

Vou partilhar convosco todos os sítios por onde andámos, todas as coisas deliciosas que provámos. E começo hoje! 

 

Falo-vos da Madame Petisca

 

«A Madame Petisca chegou a Lisboa em Maio de 2015 com um objetivo muito claro e bem definido: proporcionar momentos de sabor e partilha através dos melhores petiscos, vinhos e produtos genuinamente portugueses!» pode ler-se no site. 

 

Foi o João que tratou de tudo. Descobriu o sítio e marcou umas horas antes.

Depois, à noite, lá fomos em direção ao Miradouro de Santa Catarina. E eu confesso que ia completamente às cegas, sem saber o que esperar. 

 

Mal fomos sentados, a primeira pergunta que nos foi feita foi: Já conhecem o nosso conceito? 

Pois a verdade é que não conhecíamos o dito conceito, mas rapidamente ficámos o conhecer. 

 

A palavra de ordem é partilhar

 

«Perca-se na nossa carta,
encontre-se à nossa mesa,
partilhe os nossos petiscos…
E brinde com um copo de vinho na companhia de quem mais gosta!»

 

Escolhemos três petiscos: crepes de presunto, queijo e espargos, ovos mexidos com espargos e farinheira e, para terminar, açorda de gambas. Como sobremesa: um maravilhoso crumble de maçã

 

No geral, muito sinceramente, estava tudo muito bom.
Os crepes surpreenderam-me... para além da apresentação e ideia original, estavam super saborosos. 

 

Também os ovos mexidos estavam ótimos. 

 

Apenas a açorda deixou um bocadinho a desejar. Eu, que sou fã incondicional de uma bela açorda (seja de que tipo for), achei que pecou pela falta de sabor. 

 

Podem consultar aqui o menu.

 

Alguém já visitou? 
Eu confesso que adoraria voltar... 

 

Deixo-vos algumas fotografias que retirei do site. 

 

 

 

Ao clicarem em cada uma das fotografias serão redirecionados para a respetiva fonte. 

Fotografias retiradas do site MADAMEPETISCA.PT 

Por Guimarães

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Até aqui, apenas tinha estado em Guimarães uma vez... e mal me lembro. Aliás, depois destes dias aqui, pude concluir que se achava que me lembrava da mínima coisa que fosse, estava errada.

 

Hoje estou de regresso a Coimbra, após cinco dias com o meu namorado na cidade berço. Dias muito bem passados, diga-se. 

Volto mesmo muito feliz com a cidade que descobri; cidade da qual não sabia bem o que havia de esperar. 

 

Claro que nem vale a pena falar no conforto que é ter uma casa inteira só para nós, comidinha feita, pão à porta de casa todos os dias, piscina (atenção que a água estava sempre por volta dos 28ºC...)... O que é que se podia pedir mais? 

 

Deixo-vos as algumas das minhas opiniões, descobertas, locais favoritos e aspetos menos bons da minha estadia aqui... 

 

Praça de Santiago// Das praças mais bonitas, calmas s de ambiência envovlente e relaxante em que já estive. Sempre que se podia, era lá que se ia passar um bocadinho da noite ou da tarde. Sentavámo-nos numa das esplanadas e deixavamo-nos estar, a conversar, com um cenário maravilhoso por detrás de nós: as casas tão típicas e tão bonitas. 

 

Gelados Paprika Moscada// Foi aqui que provei um gelado super bom - chocolate com cookies - com uma apresentação giríssima. Não há nada do género em Coimbra! Neste dia a gelataria estava um bocadinho desfalcada no que tocava aos ingredientes para o gelado (palavras da própria funcionária) e não pudemos optar pelos frutos vermelhos nem pelo gelado de nata. Mas fica um desejo muitoooo grande para uma próxima vez. Deixo-vos uma fotografia mais abaixo. 

 

O ambiente// Não consigo transpor para palavras aquilo que realmente penso sobre esta cidade. Senti-me realmente bem aqui. Todas as pessoas com que privei (em cafés, restuarantes, etc.) foram sempre muito simpáticas e sorridentes; o ritmo frenético espantou-me... mas julgo que se deveu muito ao facto de termos «apanhado» as festas da cidade; o número de praças e cafés/restaurantes/pastelarias existentes, de qualidade muito boa, também me deixou boquiaberta... Lá está! Não consigo explicar decentemente o que senti... Mas fiquei fã de Guimarães! Acho que é, verdadeiramente, um bom sítio para se viver.  

 

Munchie// E não é que não foi em Lisboa que experimentei os hambúrgueres do Munchie?? Pois é... Foi em Guimarães. O espaço é mesmo querido, super fofinho. Mas não a fila era gigantesca!!!!! Eu gostei do meu «Gula», mas a verdade é que os do To.Be Burger dão dez a zero a estes. Mas este hambúrguer recheado com cheddar soube-me tão mas tão bem. 

 

Cinema// O ponto fraco de Guimarães para mim foi... a sala de cinema em que estive. O João levou-me a ver o Cidades de Papel (talvez possa falar do filme, mais tarde, num outro post) e não podíamos ter ficado mais desiludidos com o serviço. Aqui em Guimarães as salas de cinema são «Castello Lopes»... e deixem-me que vos diga, mas o eterno NOS do meu Dolce Vita dá mil a zero a esta sala de cinema em que estivemos. As cadeiras estavam partidas e eram super desconfortáveis, o intervalo foi feito um bocadinho «ao deus dará», a meio de uma cena, não fecharam a porta da sala, pelo que se ouvia música da rádio na zona da bilheteira... ah!, e quando o filme terminou nem tiveram o cuidado de ligar as luzes. Uma cidade destas pedia uma sala de cinema um bocadinho melhor, digo eu! 

 

Pois bem, aqui fica um bocadinho da minha experiência por Guimarães. Deixem as vossas opiniões caso também já tenham visitado ou caso seja vimaranenses. 

 

Beijinhos,

R

 

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Mini férias pelas praias mais bonitas de Portugal

Tenho estado algo ausente do blog porque «embarquei» com o meu namorado numa descida por algumas das praias da Costa Vicentina (que virou subida!) com umas mini férias de campismo à mistura.

Pois claro está que as baterias do telemóvel voaram, sobretudo a minha, e cereja no topo do bolo: ainda ficámos sem forma de carregar os telemóveis. Mas foi melhor assim!

Estes cinco dias foram fantásticos, apesar de extremamente cansativos. Vim de lá estafadíssima! Descobri que vida de praia também cansa muito, sobretudo quando se anda a saltitar de praia em praia. E montar e desmontar tenda dia sim, dia não, também estafa uma pessoa. Mas valeu tudo a pena... Não podia estar mais feliz com estes dias.

Esta nossa viagem foi planeada, basicamente, no dia anterior à partida, o que tornou tudo bastante espontâneo e que me fez gostar ainda mais de tudo. Com esta preparação (que quase se pode dizer que foi feita em cima do joelhinho) acabámos por mudar todos os planos logo ao início do segundo dia – quando estávamos em São Torpes – e rumámos a Sagres, para depois subirmos.

Deixo-vos aqui as praias e locais onde mais gostei de estar, bem como os menos queridos. Mas no geral, gostei de tudinho, tudinho, tudinho!

Foram dias maravilhosos, em ótima companhia, que não me importava nada de repetir.

Mas a vida de campista…essa cansa e bem! O monta tenda/desmonta tenda repetido deu cabo de mim. E atenção: não me fartei de massas instantâneas (mesmo tendo sido esse o nosso jantar todo o santo dia!).

Repito: voltava a fazer tudo outra vez!

 

Dia 1

No primeiro dia rumámos a Lisboa, de carro carregadíssimo, pois tanto eu como o João tínhamos assuntos a tratar. Uns mais importantes que outros, é certo… afinal eu só queria ir dar uma olhadela nos saldos da KIKO, tendo aproveitado para comer um gelado da Santini, que me soube pela vida.

Saímos de Lisboa em direção ao Portinho da Arrábida. Fiquei espantada com a paisagem… foi algo bastante inesperado para mim. Não tinha bem a noção do que iria encontrar e fiquei maravilhada. Menos casinhas «penduradas» na encosta e parecia uma paisagem da Costa Amalfitana.

Fizemos praia aí, mas a água era gelada e as milhentas pedras tornavam tudo mais difícil. Era um quebra-cabeças conseguir entrar e sair no mar sem ver os pés feitos num oito.

 

De seguida fomos direitos à Lagoa de Santo André (um dos meus novos sítios favoritos de Portugal). A Lagoa de Santos André situa-se no litoral dos concelhos de Santiago do Cacém e Sines e, apesar de não ser um estrondo no que toca à beleza da paisagem, não é nada horrível e tem uma água tão quentinha que quando se lá está dentro não apetece sair.

 

O último destino do dia foi São Torpes, em Sines, que ficou muito aquém das minhas expetativas. A paisagem, demasiado industrializada, não me disse absolutamente nada. Para além disso, meio mundo na internet (e a minha mãe!) diziam que a água era quente dada a existência da central termoelétrica ali ao pé… mas quente era a água da lagoa! Ali em São Torpes era bem fria.

Ficámos no parque de campismo em São Torpes (Campingir São Torpes), tendo este parque sido, dos três em que estivemos, o que gostámos menos.

 

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Dia 2

Bem cedo dirigimo-nos para sul… Sagres! Parámos na Zambujeira do Mar para fazer um bocadinho de praia e antes, ainda, no Cabo Sardão.

Estes dois locais ficaram na minha lista de favoritos, definitivamente.

Chegados a Sagres fomos espreitar o Cabo de São Vicente e ainda deu para irmos até Vila do Bispo experimentar uma praia maravilhosa – a Praia do Zavial – mas que, como bem sabíamos pelo que havíamos lido na internet, era muitas vezes fustigada pelo vento. E assim se verificou… levámos com areia em tudo quanto foi sítio. Dói, e bem!

No fim do dia rumámos à nossa nova casa – o parque de campismo do Serrão – e de todos os parques em que estivemos, este foi o meu favorito. Pelas condições, ambiente, tudo…

 

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Dia 3

O terceiro dia foi dos melhores dias de todos! As praias mais a sul, na costa, são definitivamente fantásticas.

Visitámos, neste dia, quatro praias: a praia da Arrifana, da Bordeira, do Amado e da Amoreira.

As minhas favoritas: Amoreira e Bordeira. A que menos gostei: Amado.

A Arrifana… bem, gostei da praia, mas quando me apercebi do que tinha de subir para voltar ao carro quase me apeteceu ficar a viver no areal e nunca mais de lá sair.fotografia 3(1).JPG

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Dia 4

 

 

 

No quarto dia visitámos Odeceixe e fomos à praia dos Alteirinhos, na Zambujeira do Mar.

Odeceixe ficou um bocadinho aquém do que esperava e imaginava. A paisagem era realmente bonita, mas a praia, em si, não me deslumbrou. O mar estava super revolto e o vento algo forte, pelo que uma pessoa nem conseguia estar à vontade. Mas foi aqui que comi a minha primeira bola de berlim do ano, e era ótima!

Seguiu-se uma paragem pela praia do Carvalhal – que é uma das minhas duas praias favoritas desta rota. É muito escondida, não havia vento e a água do mar não era assim tão fria. Adorei!

A praia dos Alteirinhos ficou também, sem dúvida, entre as minhas duas praias favoritas de toda a viagem. Uma praia calma, bonita, e mesmo eu (que sou uma grande medricas no que toca ao mar) fui dar um mergulho!

No fim deste dia fomos para Vila Nova de Milfontes, local em que acampámos (aqui).

 

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Dia 5

Este primeiro dia deu para conhecer Vila Nova de Milfontes. Já lá tinha estado em pequena mas logicamente não me lembrava de nada.

No entanto, enquanto aqui estivemos, não visitamos um grande número de praias. Ficámo-nos pela Praia das Furnas (praia de rio) que, fora o vento e, porventura, a água fria, eu adorei.

Ponto alto de Vila Nova: os croissants da Mabi. Acho que conseguia estar uma tarde a comer croissants de chocolate, ali, sem me fartar.

 

 

Dia 6

Neste nosso último dia seguimos para Porto Covo – que definitivamente me desiludiu um bocadinho. Esperava um local calmo e tranquilo, não sei bem porquê. E depois dei de caras com um sítio super ventoso e com um mar muito revolto…

Visitámos uma data de praias nesta zona e a grande maioria era lindíssima, de verdade. No entanto, não queria mesmo ficar ali… e seguimos para «a piscina da rota»: a Lagoa de Santo André, para terminar em grande.

E foi assim que terminámos as nossas mini férias pelas praias da costa vicentina… no chap chap fantástico da lagoa, a brincar como duas crianças pequenas!

 

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Mais alguém partilha praias favoritas comigo?

 

Beijinhos,

R

 

Thomas's - um «fashion café»

 A casa de alta-costura britânica Burberry vai inaugurar nos próximos meses o seu primeiro café de sempre.

 

Thomas’s foi o nome escolhido para o espaço, em homenagem ao fundador da marca Thomas Burberry, e pode ser encontrado no número 121 da Regent Street.

 

O menu oferece um conjunto de clássicos gastronómicos tipicamente britânicos, desde o chá até à lagosta com batatas fritas.

 

Terá ainda disponível uma gifting area com uma coleção, que será constantemente renovada, e que abrange uma vasta gama de produtos para presente.

 

Deixo-vos algumas fotografias que deixam qualquer uma cheia de vontade de poder visitar o Thomas’s.

 

Com um ar clássico, super amoroso, onde predominam os tons pastel, e aliado à localização na maravilhosa ciadade dos sonhos, confesso que facilmente me faria sentir uma verdadeira princesa Diana a tomar o chá das cinco. 

 

E vocês? O que acham?

Não é um espaço lindo? 

 

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 Fotografias: http://www.harpersbazaar.co.uk/ 

 

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