Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Devaneios de uma morena

Um blog sobre tudo e mais alguma coisa. Um companheiro para todos os dias, a qualquer hora que seja.

E o Ídolos está de volta

Hoje começou o Ídolos!

 

Mal tive tempo de superar a neura da final do Achas Que Sabes Dançar e já há substituto para os serões de domingo.

 

Bem posso começar a preparar-me para as bocas foleiras, para os cromos, para os mais ou menos, os bons e os terríveis. Quase que já consigo antever as mudanças repentinas de canal para não ter de ver um pobre coitado (ou uma pobre coitada) a ser enxovalhado. Mas porra, eles têm todos uns ouvidinhos nos trinques, amigos ou pais sensatos (espera-se) e muito provavelmente telemóveis equipados com gravador. Acho que já não há motivo para aparecerem nos castings a balirem que nem ovelhas…

 

Começado o meu passatempo de domingo à noite, rezo para que sejam muitos os «para lá de bons» e que os cromos escasseiem mais do que nunca.

 

 

 

Até agora, posso dizer que adorei a miúda que cantou a música do Vance Joy… You go girl!

 idolos_sic.png

Beijinhos,

Raquel

Somos todos gladiadores...

 

Não há paciência para esta tentativa de obrigar toda a gente a reviver os tempos romanos. Hoje falo-vos das sandálias estilo gladiador, e pelo andar da carruagem qualquer dia estou a falar-vos da febre da toga, que também há-de «pegar» muito bem. 

 

Eu acho que ninguém fica bem com umas sandálias a subirem-lhe perna acima, até ao joelho. Não acho que seja bonito, não acho que seja nem um bocadinho engraçado, não consigo gostar. 

 

E imaginem só uns gémeos generosos e avantajados atados a toda a volta… que visão do inferno.

 

Eu cá acho que para usarem destas «meninas» sem correrem o risco de parecerem ridículas, só mesmo com mais de um metro e setenta. E mesmo assim não me apareçam à frente porque vou olhar e fazer cara de caso (não que isso importe).

Respeito que haja por aí muito boa gente que morra de amores por este regresso ao passado em forma de sandálias, mas não contem comigo!

 

E visto que assim é, que estão super «in», deixo-vos algumas amostras destas (terríficas) sandálias romanas. 

 

bbb.jpg

 

 Beijinhos,

Raquel

 

 

 

 

Descobertas pré-vinte!

Aos dezanove anos uma pessoa viveu ainda muito pouco, apesar de já parecer imenso. Ainda há tanto por descobrir, que assusta. Uma pessoa ainda há-de bater mil e quinhentas vezes com a cabeça na parede, dar de caras com outros tantos obstáculos, fazer umas proezas e ser bem-sucedida de vez em quando. Hão-de vir dias felizes, dias horríveis, choradeira, risos, gargalhadas, de silêncio.

 

Mas há coisas que são perfeitamente suscetíveis de serem descobertas e compreendidas por esta altura.

 

Sabemos, desde cedo, que a família tem um valor enorme, mas muitas vezes demoramos (enquanto jovens naturalmente ingénuos) algum tempo até sermos capazes de lho reconhecer verdadeiramente (falo por mim). O pai e a mãe vão ser uns chatos até bem para lá dos dezanove, parece-me. Mas há uma altura em que são só, apenas, chatos, e não passa disso. Mas eles são nossos companheiros, são amigos, não são só pais. E foi por esta altura que me apercebi mais e melhor disso.

 

Depois há os amigos propriamente ditos. Aquelas criaturazinhas com quem apetece sair à noite, fazer grandes jantaradas, passar férias, encontrar na rua quando já não se lhes põe a vista em cima ao tempo. Há o desejo de os conseguir manter até daqui a setenta anos, sem chatices, sem confusões… Afinal isso ficou no sétimo ano, ou havia de ter ficado. Mas o choque de ideias, de perspetivas e de opiniões vai haver sempre. Preparemo-nos.  

 

E por fim vem aquilo que, para muitos e muitas, é do pior que há, quase que faz mal à saúde: os namorados. Mas para mim não é nada assim, ou talvez deva dizer que AGORA já não é assim.Ter o meu namorado foi das melhores coisas que já me aconteceu.  E quando eu digo «o meu», há-de haver milhares de outras mulheres por aí que fazem da minha frase, sua.

 

Ter namorado não faz mal à saúde, não faz alergia a quem quer que seja… Gostamos de estar sozinhos (ou achamos que gostamos), sim, mas isso até se descobrir «the right kind of love». Aí o caso muda de figura. 

E aos dezanove, ainda verdinha para o que está para vir, acho que descobri. E não terei sido só eu.

 

Se me faz feliz? Do mais feliz que pode haver...

 

Beijinhos,

Raquel

 

 

tumblr_n316zvXbIr1qzzc2po1_1280.jpg

 

 

 

 

Um 'must have' ou só um (grande) investimento?

 

Intriga-me este boom de marcas de bikinis nacionais. Talvez não se lhe possa chamar boom, porque não foram criadas todas de enxurrada, de repente, ao mesmo tempo. Mas a verdade é que, aos meus olhos, este mediatismo todo em torno de uma meia dúzia de marcas em específico é recente, tem uns dois ou três anos, e o só demonstra tendência para crescer. E com o aumento do mediatismo veio o aumento do preço.

 

Temos dezenas de bikinis, fatos de banho, trikinis e o diabo a quatro super giros e terríveis: giros, porque realmente aquelas estampas são fantásticas e muito apetecíveis, e os formatos são cada vez menos convencionais; e como já dizia o outro, «mudam-se os tempos, mudam-se as vontades», e vemos mulheres cada vez mais arrojadas, mesmo na praia; e terríveis porque os preços aterrorizam muitas pessoas e as respetivas carteiras.

 

Ter uma pecinha destas não está ao alcance de qualquer uma. E não sei se isto é bom, se mau. Por um lado, é uma pena que sejam tão caros. Mas também não faço a mais pequena ideia do processo por detrás dos fatos de banho, dos custos que a produção acarreta, o que torna difícil concluir se realmente o preço faz jus à peça, ou se a peça faz jus ao preço, digamos antes assim.

 

Realmente apetece ter dez, é verdade. Mas vai-se a ver e se calhar nem se fica bem lá dentro. Não vale de nada ter um bikini ou um trikini giríssimo para se parecer um autêntico panzer com ele vestido. E eu sou a primeira a admitir que seria essa a minha figura envergando alguns daqueles um bocadinho mais excêntricos, lindíssimos e menos tapadinhos.

 

A verdade (nua e crua) é que nem todas as mulheres ficam bem com um buraco na barriga, um decote até ao umbigo, nem têm um rabinho pequenino, empinado, digno de ser mostrado, e bem mostrado. É assim a vida real. Não podemos ser todas como as meninas dos catálogos. Para mim, acaba por se tornar algo ingrato aquele desfasamento que há entre «a peça na menina do catálogo» e «a peça na menina da vida real». Por muito que as marcas se preocupem com esse aspeto, que queiram fazer fatos de banho adequados a todas, sem exceção, vai sempre haver modelos que não dão para uma grande maioria, que nem práticos são. E depois acabamos todas de igual na praia, com os modelos mais giros, mais confortáveis, mais usáveis.

Se calhar não acabamos (plural, nós...), porque sinceramente não me vejo, nem daqui a dez anos, a gastar mais de cem euros num fato de banho, mesmo que seja «O fato de banho». Mas isso são outros quinhentos…

 

No entanto, isto não é mais do que um desabafo. Não se trata de qualquer crítica negativa a alguma das marcas, uma vez que sou da opinião de que que fazem mesmo um excelente trabalho, por terem coleções cada vez mais giras e por ainda serem capazes de me surpreender (e não só a mim…) sempre mais um bocadinho mais.

 

Mas como sonhar (e opinar!) ainda é de graça, deixo os meus dois prediletos de todas as coleções que vi até agora – e são da... Cantê.

 

Beijinhos,

Raquel

 

image1.JPG

 

Post de Páscoa

Aproveito para me desculpar pela ausência no blog, mas na próxima semana tenho frequência e faz-me mesmo imensa falta cada bocadinho que possa servir para estudar. Fica, então, fora de questão atualizar o blog porque isso roubar-me-ia bem mais que «um bocadinho». 

 

Assim sendo, prometo voltar no fim da próxima semana e fica o desejo de que tenham um ótimo dia de páscoa, feliz, passado em família. E embora não seja, para muitos, este o próposito da páscoa: aproveitem e abusem dos chocolates. Afinal, não é assim todos os dias. 

 

tumblr_nlitvooNBa1shdc78o1_500.jpg

 

 

 

 Beijinhos,

Raquel

 

 

 

Pág. 3/3

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D