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Devaneios de uma morena

Um blog sobre tudo e mais alguma coisa. Um companheiro para todos os dias, a qualquer hora que seja.

O fato de banho

Tempos houve – e não muito longínquos – em que era quase impossível olhar para o fato de banho (strictu sensu ) e ver algo mais para além de um trapinho pouco ou nada sexy, sem graça, um «tapa tudo» para quem não podia mostrar o que fosse…

 

No entanto (e ainda bem!) já não é assim. Esta ideia de que o fato de banho é para velhas (desculpem-me a crueldade da frase, mas as ideias pré-concebidas são assim…mázinhas) já não dá com nada, não faz sentido.

 

É óbvio que o bikini é uma peça fantástica e que há uma infinidade de modelos, cores, padrões, todos giríssimos. Mas não dá para toda a gente. Ou melhor, na teoria dá, mas na prática não é bem assim. 

 

Ou se tem tudo no sítio e se fica deslumbrante no modelito ou vai parecer sempre que falta qualquer coisa.

 

E com o fato de banho – aos meus olhos – é diferente. Não venho aqui dizer que qualquer pessoa fica deslumbrante, tipo Gisele Bündchen, com um fato de banho enfiado, seja magra, gorda ou assim assim. Não… Mas o fato de banho tem qualquer coisa.

 

Uma pessoa anda mais tapadinha, é certo, mas com a quantidade de modelos giríssimos e super criativos de fatos de banho que andam por aí, apesar do acréscimo de tecido, dá para conseguir ficar tão sexy como se enfiadas na porra de um bikini minúsculo.

 

Eu adorava ser capaz de explicar esta coisa toda do fato de banho, do que eu acho que realmente significa, do ar que dá a uma pessoa, do poder de por uma miúda gira ainda mais gira. Mas não sou capaz.

 

E para terminar, após umas quantas palavras algo inconclusivas, aproveito para me dirigir a dois grupos distintos:

 

1) Às gordinhas: tudo bem que são mais do que livres de usar o bikini que quiserem, maior ou mais pequeno, a ver-se tudo e mais alguma coisa… mas se não o fizerem, e optarem pelo Sr. Fato de Banho, não se sintam ofendidas com possíveis comentários do género «Ah e tal, não usa bikini porque se quer esconder…». Chama-se inteligência, minhas amigas. Joga-se com o que se tem. E só tendem a ficar ainda mais giras, aposto!

 

 2)  Às magrinhas que podem usar todo e qualquer modelo de fato de banho, sobretudo aqueles mega cavadinhos, sob pena de ficarem  maravilhosas. Aproveitem! Não é para todas. O que é bom é para se mostrar, é verdade. Mas essa coisa de esconder o que já é bom tem imensa graça.

 

Sim, talvez me tenha esquecido de criar um grupo de «normais». Pois bem, se acham que não se enquadram no 1) ou no 2), usem fato de banho porque sim, porque gostam, porque se sentem bem, ou então não usem e não dêem explicações a ninguém.

Hoje já não há comentários foleiros, creio eu, nesta matéria. E com tantas marcas e modelos tão giros que uma pessoa não consegue deixar de morrer de amores por eles…Só «dói» o preço, eu sei. Mas isso é assunto para outras núpcias, a combater em futuras guerras. 

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Fotografia: Cantê

 

 

 

Quase o mesmo, por menos! #2

Hoje deixo-vos um look mais clássico e fofinho. Também é preciso.

 

Acho que a Taylor Swift está amorosa, sim!, mas não morro de amores por este estilo. No entanto, sei bem que há muitas fãs por aí, por isso deixem os vossos comentários e opiniões. 

 

Quase o mesmo.png

 

Nivea doll...? O que é isso? E para adultos, há?

 

 

Em tempo de sol.....png

 

 É ponto assente que as crianças associam praia a diversão, castelos na areia, chap-chap à beira mar... e sempre sem vontade nenhuma de pôr protetor solar. E o mesmo se passa connosco, os mais crescidos. Embora a idade seja quase sinónimo de bom senso, responsabilidade, noção do que é certo ou errado, nem sempre essas coisas todas dão cartas no verão - seja na praia, na piscina ou simplesmente por aí, na rua. Ainda há muita gente grande que tem quase aversão aos cremes solares.

 

Como é do conhecimento geral, é perigosíssima a exposição à radiação solar. E embora seja crescente (penso eu) a preocupação das pessoas, muitos não tiveram os devidos cuidados desde que deviam – como é o meu caso...

 

A NÍVEA lançou uma campanha no Brasil para alertar os mais pequeninos para a importância do protetor solar e os riscos associados dos tão afamados raios UV.Esta ação teve lugar em vária praias do Rio de Janeiro, e consistiu na entrega aos mais pequenos de um boneco (Nívea Doll) sensível à radiação ultravioleta  que, como nós, também apanha escaldões.

 

O boneco ou boneca (consoante se trate de um menino ou menina), ao fim de um certo tempo exposto ao sol, ganha uma cor avermelhada. Assim, as crianças devem aplicar protetor solar no boneco para que ele melhore, ficando sensibilizados para a importância do creme protetor.

 

O que é que acho? Bem... para além de estes bonecos serem giríssimos, super queridos, mais que adequados para tarefa de consciencializar as crianças, tenho a dizer que também deviam arranjar qualquer coisa do género para gente crescida. O quê? Não sei bem. Mas com tantas mentes brilhantes por aí em matéria de marketing e publicidade e etc. etc. etc., ideias não hão-de faltar.

 

Deixo-vos o vídeo da campanha. Digam lá que não dá vontade de encher os bonecos de beijinhos...! 

 

 

 

 

Quase o mesmo, por menos! #1

 

 

E eis que chega o nosso primeiro post: Quase o mesmo, por menos!

 

Deixo-vos um leque de hipóteses para recriar um dos looks da fantástica e giríssima Olivia Palermo - neste caso, um look simples, clássico mas descontraído.

 

O que acham? Deixem os vossos comentários e opiniões.

O mesmo.png

 

 

devaneios do dia #2

Devaneios(2).png

 

Esta coisa de se gostar muito de animais nem sempre é vista com bons olhos. Há os que nos acusam logo de sermos «anti-gente», e também os que acham que um simples bicho não merece mais nada para além de coleira, trela e taça de comida. Não posso condenar este comportamento de indiferença, porque acho sinceramente que uma pessoa não pode sentir compaixão por animal que seja sem ter tido um ou, pelo menos, sem se ter relacionado com um. É impossível. O amor pelos bichos – pelos cães, pelos gatos, pelos coelhos, pelos cavalos – não nasce do nada, não nasce de fotografias da internet, não nasce só porque sim. «Ah, e tal, que giro, que engraçado, adoro e quero ter mil.». Não… não é assim.

 

É preciso mexer, brincar com ele, apanhar uns quantos sustos, esquecermo-nos de lhe dar atenção, de vez em quando, para percebermos o tal amor, a falta que ele – o bicho – nos faz.

 

É por isso que não condeno a indiferença relativamente aos animais. É por isso que compreendo tão bem um «Não percebo como é que gostas tanto do teu cão!» vindo de alguém que nunca teve um. Entendo e não recrimino. Não sabe o que perde…

 

Mas depois vêm aqueles que, não se ficando pela indiferença, são aquilo a que se chama de valentes atrasados mentais. Aqueles que partem para comportamentos ridiculamente bárbaros como pontapear, abandonar, maltratar animais. Deixá-los passar fome no meio da imundice, usa-los para fazer criação sabendo que o retorno será bem jeitoso, já que os cães de raça estão caros, e bem caros. Logicamente que perante atitudes deste tipo não consigo reagir do mesmo modo, e ainda bem que não consigo. Este tipo de pessoas traz ao de cima o pior de mim, faz-me ser capaz de lhes desejar mal, muito mal.

 

Mas enquanto houver gente a praticar (ainda por cima quase orgulhosamente) comportamentos deste tipo e a sair impune, eu vou desejar-lhes um futuro pouco ou nada risonho, vou censurar, vou dizer mal. Houve ali uma qualquer falha com aquela gente. Ou nunca foram amados, ou não sabem amar. Vai-se a ver e batem nos pais ou nos namorados.

 

Os maus tratos aos animais e o abandono são só o começo, um começo que me preocupa bastante, que me entristece pela óbvia demonstração de falta de caráter por parte de quem o faz. Depois basta um pequeno passo e já estamos nos maus tratos aos humanos. Não pode ser. Como é que isto aconteceu? Eu sei que sempre houve gente má, pérfida, mas não me lembrava de serem tantos.

 

Visto que nada se pode fazer quanto a essa gente, já que ainda não se inventaram injeções de valores e bom senso, ajude-se os que sofrem com essas pessoas. Falo dos animais, sim, mas aproveito para referir também as pessoas – sobretudo crianças e idosos, que são os mais flagelados.
Há associações de ajuda, grupos de voluntariado, recolhas de ração animal (por exemplo) nos supermercados de vez em quando...mil coisas!

 

Ajudar é a palavra de ordem. E já que não há prevenção que valha, ao menos que se tente reparar os estragos.

Também se reciclam bikinis, sabiam?

Queridas leitoras, hoje o tema é: bikinis.  

 

Provavelmente algumas de vocês já conhecem a campanha da marca Calzedonia para este verão, mas as mais distraídas – como eu – podem ainda não estar a par.

 

Fartas dos bikinis dos primórdios? Dos fatos de banho «cueca da avó»? Dos padrões démodé? Bem… a Calzedonia ajuda-nos a lidar, de certa forma, com a situação. Desde Abril até 30 de junho, a marca está a reciclar bikinis (e por bikini refiro-me ao conjunto, sendo que também servem os fatos de banho).

 

É tudo muito simples: pegar no belo do bikini, levar a uma loja Calzedonia e receber o voucher para descontar na compra de um bikini novo.

 

Atenção: a marca da peça antiga não importa! Seja ela qual for, vale um desconto de 5 euros na compra da pecinha nova.

 

HOMENS: Vocês também podem levar os calções de banho antigos à loja, mas o retorno são só 3 eurinhos de desconto… o que já é qualquer coisa, atenção!

 

As peças antigas serão recolhidas por uma empresa que reutilizará os materiais para a criação de novas peças.   

 

É ou não é de aproveitar? Eu cá acho que sim!

 

Calzedonia-Biquínis-2014-Linha-“Dream-Feel-Love

 

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