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Devaneios de uma morena

Um blog sobre tudo e mais alguma coisa. Um companheiro para todos os dias, a qualquer hora que seja.

Desabafo

Adoro a Pipoca Mais Doce.

Ela não faz ideia de quem eu sou, mandei-lhe um mail há três mil séculos e nunca me respondeu, mas continuo a acompanhar de forma diária e alucinante o seu blog. Não comento nada, limito-me a ler, feliz e contente, cada post. Leio, rio-me, vou-me identificando com muita coisa. Às vezes não gosto, mas a vida é assim. Não somos todos e iguais e ainda bem. Olhem lá se fossemos todos fãs de McDonald’s e ZARA? Não dava. Eu quereria comer um Big Mac e teria de esperar anos numa chatice de uma fila.

Mas não é disto que se trata. Venho só desabafar uma coisinha.

Gosto do blog da Pipoca. E ok, venham lá dizer que é só fazer dinheiro, que é só publicidade mascarada ou então pouco mascarada... Não concordo nada que é só disso que se trata. Ela fala de trinta mil coisas, varia nas temáticas e eu gosto disso. Não se limita a mostrar o creme X e o sapato A. E isso prende-me a atenção. Faz-me querer sempre ler mais qualquer coisa. Faz-me voltar atrás ao ano de 2011 e ler-lhe o mês de setembro todo de enxurrada.

Gosto desta coisa de se falar de tudo um pouco. E é mesmo isso que quero para mim.

E por isso vos digo que, a partir de hoje, se vos vier aqui falar de táxis e marshmallows num dia de sol, não fazendo isso sentido nenhum, deixem-me estar. Leiam. Pode ser até que gostem. Pode ser que se identifiquem. Mas este espaço para além de vosso também é meu. E se o é, vou aproveitar.

 

 

 

A escolha da imagem foi completamente aleatória. Eu adoro cães. Achei este amoroso. Então resolvi partilhar.

PS: Encontrei-a no TUMBLR.COM

Para mim, PARIS é...

Para mim, Paris não é sinónimo de excentricidade ou extravagância. De modo nenhum.

 

Recordo Paris como uma cidade cheia de pureza. Olho para Paris e penso na simplicidade, naturalidade, tranquilidade. Faz-me lembrar branco, pérola, rosa bem claro.

 

Faz-me lembrar pâtisserie, doces, bolos. Éclair, macaron, crème brûlée.

 

Paris, aos meus olhos, e ao contrário do que dizem os filmes, não apela ao excesso. Não me faz lembrar diamantes, pérolas, montes de joalharia.

E por isso vos deixo um look que espelha na perfeição a «minha» cidade de Paris. É assim que vejo a ville de l'amour.

Traduz toda a serenidade que associo ao espírito parisiense.

 

Sem acessórios, muito clean. A maquilhagem em tons sóbrios e ténues apaixona-me.

 

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Deixo-vos, ainda, os links para que possam aceder a mais informações sobre cada uma das peças:

 

Camisola de mistura de lã H&M

Calças de ganga Zara

Josefinas Opium

Miss Dior Eau de parfum

Batom Chanel Allure (Pensive)

Blush Bourjois Brun Cuivré

 

Gostaram, queridas leitoras?

E quanto a vocês... O que vos diz Paris?

 

 

 

 

 

 

 

Uma dica de presente...para ELE

Olá, meninas!

Hoje trago-vos uma super ideia para um presente para o vosso irmão, pai, namorado...

 

É este conjunto da Ted Baker, que engloba um porta-chaves e um porta-cartões giríssimos, simples e elegantes. São muito discretos, como a maioria dos homens aprecia, apesar dos pequenos apontamentos em azul vibrante.

 

Feitos de pele verdadeira, são peças de grande qualidade. E melhor ainda: este conjunto está em promoção na ASOS.

 

Podem encontrar aqui por 28.99€! E visto que o preço original era de 60.99€, acho que esta promoção é mesmo de aproveitar.

 

Se no último aniversário do meu namorado não lhe tivesse oferecido uma carteira, podem crer que este conjunto já cá cantava. 

 

 

Imagen 1 de Set con tarjetero y llavero Phasos de Ted Baker

 

Imagen 2 de Set con tarjetero y llavero Phasos de Ted Baker

 

Beijinhos,

Raquel

 

 

Jarra de flores

Há dias em que me apetece falar de qualquer coisa, nem sem bem sobre o quê. E venho para aqui fazer aquilo a que este blog, essencialmente, se propõe: devanear.

 

Claro que toda a gente sabe o que é devanear. Digo eu, «com os nervos». Mas para combater qualquer possível lapso de informação de quem quer que seja, vos digo: devanear quer dizer sonhar, fantasiar, fazer castelos no ar... E eu, pessoalmente, ainda vou acrescentando uns quantos outros possíveis significados.

 

Mas adiante. Cheguei, hoje, aqui, cheia de vontade de vos falar sobre uma imagem que vi. Uma imagem para a qual olhei e que me fez, de imediato, desejar um dia de sol, temperatura amena, janelas abertas e muita tranquilidade. Ah!, e flores, flores numa jarra.

Raramente há flores cá em casa, mas decidi comprometer-me a acabar com esse (triste) hábito. 

 

Uma jarra com três ou quatro flores, por mais simples que sejam, muda por completo o ambiente de um qualquer espaço. Por vezes basta até uma flor. A vida e alegria que carregam consigo é estonteante e surpreendente. Uma flor arranca sorrisos, mesmo das pessoas menos expressivos (para não lhes chamar macambúzias). Uma flor transforma uma sala num lugar diferente. Mais sereno, alegre, mas também vibrante. Parece contraditório? Mas não é.

 

Pois venham elas, as flores. Que os nossos dias, por vezes, já são cinzentos que chegue.

 

 

O que eles deixaram para trás

Não gosto de me meter nesta temática dos refugiados. Não gosto, pelo menos por enquanto. Estou tão pouco (ou quase nada) informada no que toca ao tema, que prefiro nada dizer em vez de espingardear baboseiras.

Talvez mais tarde, depois de ler umas quantas coisas, me seja possível publicar um qualquer post com a minha opinião acerca deste tão controverso tema que anda nas bocas do mundo.

Entretanto, limito-me a mostrar-vos algo que, de certo modo, me pasmou. Mas não consigo explicar de forma exata a minha perplexidade perante o que vi. E por isso deixo que me ajudem a encontrar a resposta.

 

Falo-vos da série de fotografias intitulada de «What’s in my bag?», fruto de uma colaboração entre o fotógrafo Tyler Jump e o International Rescue Committee.

Estas fotografias vêm mostrar-nos um outro lado, ou um lado um bocadinho diferente, desta crise humanitária.

São retratos do que resta àqueles que chegaram à ilha grega de Lesbos. Para trás ficou imenso. Uma casa, uma vida.

 

Esta série espelha o perigo e o desgaste associados a estas terríveis viagens. Traduz, sem que sejam precisas palavras, o desapego e a frieza imprescindíveis, quase obrigatórios, em alturas tão críticas.

O ser humano é, de facto, um eterno e constante lutador pela sobrevivência. E se nunca o fez, cedo e bem rápido aprende como fazê-lo.

 

 

Aboessa. 20. Damasco, Síria.

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Omran. 6. Damasco, Síria.

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Iqbal. 17. Kunduz, Afeganistão.

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Uma família. Síria.

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Hassan. 25. Síria.

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 “This is all I have. They told us we could only bring two things, one extra shirt and pants.”

 

E é isto. É assustador pensar em como seria deixar tudo para trás, ainda que com o fim de tentar salvar a nossa própria pele. Confesso, gostava de viver naquele lugar idílico em que coisas destas, só em pesadelos. De resto, só paz e muita descontração.

Sou das que gosta dos contos de fada, sim. Perdoem-me.

 

 

 

Vi e derreti #8

Há modas que, de vez em quando, me irritam. Esta febre das Stan Smith há-de ser um exemplo disso. Ainda me lembro de ser pequenina e de andarmos todos com estas ricas meninas nos pés, felizes e contentes. 

 

E agora, quase do nada, voltaram a estar na berra. E eu fiquei irritada. Irritada porque, de um momento para o outro, comecei a ver com muita frequência pequenos exércitos de «calçantes» orgulhosos. 

 

A febre acalmou entretanto e eu tive tempo de formular uma opinião mais correta. A verdade, confesso-vos, é que eu gosto das sapatilhas. São simples, bonitas, versáteis. 

 

 

Mas hoje vi umas do mesmo modelo pelas quais me apaixonei... são estas: 

 

 

 

 

 

Clica numa das imagens para que sejas redirecionado para o site 

 

Giros que se farta, certo?

São super clean, básicas, simples, maravilhosas, discretas e tudo de bom...  

 

Quem mais ficou fã? 

 

Beijinhos,

Raquel 

 

Fotografias: ADIDAS.PT 

The Laces Company | Os atacadores do momento

Olá, olá! Sei que tenho andado um bocadinho desaparecida mas a quantidade de coisas a fazer tem sido imensa. Prometo que a partir da próxima segunda-feira, mal reinicie a minha rotina de aulas, não vos vou deixar tanto tempo sem um post.

 

 

Pois bem, hoje venho falar-vos de uma marca portuguesa que descobri por acaso e da qual fiquei logo fã.

É a The Laces Company!

 

Como vos disse, esta é uma marca portuguesa que nasceu em 2013, fruto da necessidade de Henrique Pinho em encontrar atacadores (como podem ler aqui).

 

O objetivo da marca é dar a oportunidade ao consumidor de personalizar o seu calçado, fazendo com que também os cordões estejam a par das tendências.

 

Realmente, faz a diferença. Eu já adoro as minhas All Star brancas, mas só de as imaginar com uns cordões diferentes… acho que dá logo outra vida às ditas cujas.

 

Eu recebi da The Laces Company dois tipos de atacadores (os meus favoritos!!) para experimentar! Deixo-vos aqui as primeiras imagens dos meus novos amigos. Mal possa (...que é muito em breve!) vou coloca-los e publicarei logo fotografias para verem como ficou. Para já, deliciem-se com o packaging super apelativo e com a minha primeiríssima abordagem a estes atacadores tão giros.

 

Uma nota importante: estão disponíveis por 5 euros, sendo que podem encontrar no site algumas promoções.

 

 

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O que acham? Giros que se farta, não é?

 

Cliquem na imagem abaixo para visitar o site da marca:

The Laces Company

 

 

Um grande beijinho,

Raquel

 

Post escrito em parceria com a The Laces Company.

Core, cores, cores.

Li na VOGUE online que a Pantone escolheu para a cor do próximo ano o Quartzo Rosa. Hmm… não gosto nada, pronto, está dito.

 

Ah e tal é um tom pastel lindíssimo, muito versátil, que será – passo a citar – «o novo branco». Acrescentam, ainda, que traduz na perfeição a calma e alegria tão característicos da estação primaveril.

 

Dizemos, assim, adeus a uma primavera Marsala e acenamos (sendo que da minha parte é um acenar triste) ao rosinha.

Além do Quartzo Rosa foram eleitas mais nove cores que completam o top 10 de tons para a primavera.

 

São eles: Peach Echo, Serenity, Snorkel Blue, Limpet Shell, Lilac Gray, Buttercup, Fiesta, Iced Coffee e Green flash.

Este leque de cores é bastante diversificado, sendo que as tonalidades vão das mais suaves às mais fortes, formando um todo (quase) perfeito.

 

 

Eu confesso que não sou a maior fã do conjunto. À exceção do Fiesta e do Peach Echo, não morro de amores por nenhum tom. Mas não deixo de admitir que gritam PRIMAVERA por todos os lados, atenção!

http://capricho.abril.com.br/imagem/580x362/pantone-266307.jpg?v=150910123336

 

Mas a minha onda é mais outra. Sou uma pessoa de cores escuras. A máxima 'black is the new black' podia ser, sem problemas, o meu «lema de moda» (se é que isso existe...).

Posto isto, faça chuva, sol, neve ou sei lá que mais, o preto, o branco e o verde escuro ou tropa vão sempre ser os meus tons prediletos. E venha o cinza juntar-se também à festa!

 

Apaixonem-se pelo French Roast, Burshed Steel, Mesa e Fudgecicle. A-D-O-R-O!!! São vocês os meus eleitos não para a próxima primavera mas sim para todo o ano!

 

https://1.bp.blogspot.com/-2c-Qdyh1Lq4/TaQQtN1oSYI/AAAAAAAAAcU/JU-YDQ0nDwI/s1600/fall_winter_colors_2011-12.gif

 

Beijinhos,

Raquel

 

Fotografias: GOOGLE

 

 

 

A minha retrospetiva. E os «amigos para a vida».

Se alguma vez duvidei que fosse aqui, na faculdade, que se fizessem os ditos «amigos para a vida»? Duvidei. Mas foi antes de cá chegar. Agora, findo o árduo e tão incógnito primeiro ano, reconheço que toda e qualquer pessoa que alguma vez me tenha contade a tal lengalenga d'«os amigos da faculdade» estava certa. E bem certa.

 

Foi em apenas um ano, ano esse que passou tão rápido como há muito não se passava um, que conheci pessoas que não esperava e, daí, surgiram amigos fantásticos e verdadeiros companheiros (no caso, companheiras).

Um ano depois, só posso estar feliz.

Um ano depois, não queria repetir tudo outra vez. Não para já. Por enquanto, só quero que fique tudo igual... ou então melhor.

 

 

 

http://images.cdn.impresa.pt/sicnot/2015-07-03-19441862.jpg?v=w960

 

 Fotografia: aqui

 

 

 

 

H&M makeup | A primeira experiência

Já vi imensos posts sobre a nova coleção de maquilhagem da H&M e resolvi dar também a minha opinião, ainda que seja apenas um pequenino apontamento.

 

A verdade é que ainda não olhei para os novos produtos com olhos de ver nem experimentei grande coisa, mas comprei um pincel… por isso acho que posso começar por aí.

 

Visitei poucas lojas da H&M até hoje e, ainda assim, pude retirar SEMPRE que a «minha» loja aqui de Coimbra deixava sempre muito a desejar perante as outras. Menos variedade, menos qualidade, disposição esquisita, etc. E sempre que havia maquilhagem… não havia ponta por onde se pegasse!

 

Esta nova coleção de maquilhagem – sobretudo a forma de apresentação em loja e o packaging – foram uma surpresa super agradável. Dá vontade de entrar na loja só para ir para ali, ver blushes, sombras e bases, como se de pequenas preciosidades se tratassem. Está tudo giro, muito clean e com ótimo aspeto.

 

No entanto, a minha primeira experiência com esta nova coleção não foi propriamente a melhor.

 

Há imenso tempo que queria comprar um pincel para aplicar base, mas uma coisa baratinha e com a mínima qualidade. Depois de dar uma vista de olhos por ali, encontrei um pincel que me pareceu bom – e até era 2 em 1, para base e blush. É este aqui !

 

Peguei num daqueles que estão mais atrás (porque inocentemente – ou não – ainda acho que esses foram menos «tocados») e trouxe-o comigo.

 

Geralmente, quando compro um pincel, puxo a cerda para arrancar aqueles pelinhos que estão mais soltos, para que não fiquem no rosto ou na roupa. Qual não é o meu espanto quando cuidadosamente puxo a cerda do pincel de blush e vêm MIL pelos atrás! Resolvi reexperimentar, na esperança de que tivesse sido consequência de um primeiro puxão. Errado!, voltou a vir uma carrada de pelos entre o meu polegar e o indicador.

 

Bem… não saí assim tão prejudicada, até porque comprei o pincel mais por causa do pincel de base (que é ótimo, super sedoso e suave), mas já que era um 2 em 1, ao menos que fosse bom.

 

Não voltei lá para reclamar nem nada do género. Limito-me a usar o pincel de blush com o máximo cuidado. Não sou de me chatear (e se calhar faço mal...). Agora perguntam vocês: mas não vais lá voltar? Claro que vou... aquilo é que é maquilhagem para o meu bolso!!

 

E vocês? Já experimentaram alguma coisa? Deixem aqui a vossa opinião.

 

 

 

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Beijinhos,

Raquel

 

 

 

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